Com o seu biscõ, na beira de estrada.
sem desejos maiores
tudo que aprendeu foi na vida e numa humilde
escolinha sem reboco e de adobe
no recreio a brincadeira era a argolinha
quando vinha a merenda, cada um com seu "quinhão"
ia com o seu cavalo a margem do Rio do Peixe, ia no
boqueiraõ
ia matutando como o sangue estancado e batido no calo da palma da sua maõ
A vida era dificil, mas naõ impedia de ser feliz
em vales verdes como o seu bodoque
valia mais viver no mato a cidade naõ lhe cabia
ia com um inocente grito escondido
ia se apoiando na familia, na fé que enxergava,
ia que ia!